Entebbe

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Ruim

Este drama histórico tem tudo a seu favor, grande elenco e uma grande história verdadeira. Mas, de alguma forma, o filme falha epicamente, ficando atolado no impressionismo artístico e falhando em colocar o foco na verdadeira essência da história.

Entebbe conta a verdadeira história do sequestro do voo 139 da Air France em 1976. O avião decolou de Paris para Tel Aviv e foi assumido por membros da frente popular pela libertação da Palestina, que incluía dois cidadãos alemães.

O vôo seguiu para o aeroporto de Entebbe, em Uganda. Os sequestradores exigiram que os prisioneiros palestinos fossem libertados. Eles estavam sendo realizados em cinco países diferentes (40 deles em Israel). Israel manteve sua política de não negociação. Isso levou a uma das missões de resgate mais difíceis, mas bem-sucedidas, Operação Thunderbolt. Cem comandos israelenses voaram quatro mil quilômetros, resgatando 102 dos 106 passageiros que estavam no aeroporto. Eles também mataram todos os sequestradores no processo.

Vários filmes contaram a história do resgate do aeroporto de Entebbe. E agora temos o novo filme Entebbe, também conhecido como Seven Days In Entebbe. Atraído para este filme inicialmente por causa do assunto, é apenas minha xícara de chá. Um thriller político tenso baseado em eventos reais, culminado com forças especiais invadindo uma situação de reféns. O elenco ficou ótimo com os dois personagens principais interpretados por Daniel Brühl e Rosamund Pike (Uma guerra privada) Ambos são grandes atores, especialmente Daniel Brühl. No entanto, independentemente da premissa e do elenco serem promissores, esse filme nunca decola.


José Padilha, que dirigiu Narcos, estava tão focado em criar algo 'diferente' que o roteiro foi levado por um impressionante impressionismo artístico. O foco real da história está perdido. Uma história que deveria ter gerado tensão e suspense, em vez disso, caminha em um ritmo calmo. Realmente parecem sete dias.

A abertura do filme centra-se em uma equipe de dança interpretativa executando sua última rotina. A relevância que isso tem para o evento é desconcertante. É claramente uma escolha artística feita pelo diretor. Ainda mais ridículo é que, como a missão de resgate real está em pleno vôo, o público é novamente bombardeado, não com cenas de ação tensas, mas com uma nova rotina de dança interpretativa. É frustrante sobrepor a parte mais importante do filme. Ainda sem fazer, ficamos ainda mais danças interpretativas nos créditos do filme!

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A coisa mais incrível sobre este filme foi como alguém teve permissão para estragá-lo tanto. É uma história incrível, então não posso acreditar que ninguém envolvido com a produção não tenha dito nada sobre as cenas de dança amplamente editadas.

Geralmente, o trabalho da câmera é ótimo. O roteiro de Gregory Burke também é ótimo. Isso apesar do fato de a história perder partes significativas. Cenas da Força Aérea de Uganda foram retiradas do ataque. Bem como a tripulação da Air France que recebeu prêmios por bravura por estar com os passageiros. Daniel Brühl, Rosamund Pike e também Eddie Marsan deram ótimas atuações. É uma pena que, com o talento disponível, o Diretor decidiu voltar seu foco para outro lugar.

bom

  • Ótimo elenco
  • Grande História Histórica
  • Bom trabalho de câmera

Mau

  • Cenas de dança interpretativa
  • Má direção
  • Falta de intensidade
  • Olha para a história real
4

Ruim

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